Em busca do conhecimento, o ser humano tem estudado e mesclado duas ou mais teorias esotéricas em seu cotidiano. O fascínio gerado ao descobrir uma perspectiva nova para o que se conhecia, faz com que mais empenho se tenha em busca de "novidades" em conhecimentos milenares.
O acaso à informação trouxe a possibilidade de experimentar práticas e discutir assuntos que, antes da revolução digital, era vetado em certos grupos sociais. Não só se tornou possível ler textos em língua própria ou traduzidos, como também conversar com outras pessoas que tenham interesses em comum fazendo a sabedoria crescer.
Porém, a multiplicidade dos novos conceitos adquiridos formou uma geração que combina várias vertentes desconectadas em uma só prática. Essa atitude é negativa devido a toda posição esotérica ter como base a cultura de um povo. A compreensão de vida que uma etinia construiu ao longo dos séculos começa e termina nela mesma. Não há necessidade de completar com enxertos de outra cultura uma visão já amadurecida. A junção das partes de composições diferentes geram algo novo e não uma visita ao passado.
Logo, se entende o quão benéfico é o exame de varias visões de mundo e também quão estéreo pode se tornar a amálgama de conceitos culturais diferentes entre si. Deve-se, pois, estudar e praticar tudo o que se achar conveniente, mas sabendo separar e respeitar os fundamentos milenares de cada povo.
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